Estefânia Silva

Estefânia Silva

Straight edge não militante. Achou que percebia o suficiente de música para mandar uns bitaites aqui e ali. Deixou-se disso e tornou-se fotógrafa. Começou a ouvir música extrema aos catorze anos através dos HIM, dez anos depois partia o nariz num concerto dos Black Panda. Considera que black metal é Hellhammer e que o punk tem de ser confrontacional. Apesar do apreço pelo lado mais javardo da música extrema (que tenta transmitir no seu trabalho enquanto fotógrafa, muitas vezes com recurso ao analógico), não é raro encontrá-la na primeira fila de concertos de jazz, world music e até indie-pop. “Sem merdas”, defenderá o «Battalions Of Fear» até à morte.