José Almeida Ribeiro

José Almeida Ribeiro

Tinha oito anos quando lhe ofereceram o primeiro walkman com uma cassete do «Kill Em’ All». Quatro anos depois, realizou o negócio de uma vida: trocou o «Vitalogy», dos Pearl Jam, pelo «Vulgar Display Of Power», dos Pantera. A partir daí, foi sempre a descer... até ao underground. Tornou-se leitor assíduo da Terrorizer e, depois, da LOUD!. Em 2004 fez a primeira tentativa de passar a colaborar com a revista, mas num embriagado teste de fogo perante o director, não reconheceu Filii Nigrantium Infernalium como música de fundo num intervalo entre concertos e foi, logicamente, rejeitado. Muitos riffs mais tarde, e já depois de ter colaborado com a Ancient Ceremonies, passa a assinar a rubrica Magma (num suplemento do Correio da Manhã) e é desse palco, entre fotos do rabo da Kim Kardashian e “notícias” sobre concorrentes de reality shows manhosos, que é finalmente convidado a juntar-se à equipa, primeiro com o pseudónimo Miguel Cravo, e, numa segunda encarnação (a actual), como José Almeida Ribeiro.