AUÐN – novo álbum «Farvegir Fyrndar» para ouvir na íntegra!

Mais um dia, mais um álbum completo para ouvir, cortesia da LOUD! – desta vez, são os islandeses AUÐN, que finalmente nos apresentam o seu segundo, e muito aguardado, longa-duração. Chama-se «Fargevir Fyrndar», e debita um black metal atmosférico mas contundente, repleto de sentimentos de desolação, perda, e sempre assombrado pelas lacónicas paisagens do seu país natal.

Sem mais delongas, é começar a ouvir já:

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CLOAK – álbum novo para ouvir na íntegra

Conforme já terão lido na nossa edição marcante deste mês, a #200, gostámos muito do álbum de estreia dos norte-americanos CLOAK. O “nosso” Emanuel Ferreira considerou que «To Venomous Depths» é “um excelente disco de rock, com grandes malhas e melodias,” descrevendo-o como “um disco inspirado no black/death rock nórdico, com um pouco de Satyricon e muito de Tribulation, e, para nós portugueses, até mesmo de Moonspell.” Se vos soa muito bem, é natural, porque realmente a banda de Atlanta promete muito com esta estreia. Achámos que todos os nossos leitores gostariam de ouvir já este novo disco, e assim sendo, aqui vai ele – na íntegra, para ouvirem as vezes que quiserem. Depois digam-nos o que acharam!

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JARBOE & FATHER MURPHY – 5º feira na ZDB,

É já na próxima 5ª feira que a grande diva da música “nocturna”, tentando definir assim toda a sua abrangência artística numa só palavra, JARBOE, regressa a Portugal (e à ZDB, por onde passou há quatro anos atrás). Desta vez, vem muito bem acompanhada do duo transalpino FATHER MURPHY, com quem editou um EP colaborativo extraordinário no passado mês de Setembro. Serão os italianos a iniciar o concerto, que está marcado para as 22h, e no decurso da sua actuação a norte-americana juntar-se-á a eles, numa experiência que se prevê única, mesmo para quem já acompanha a constantemente inovadora e revolucionária carreira da cantora desde o seu início.

É o tipo de concerto que promete deixar marca, e por isso a LOUD! não quer que ninguém fique de fora. Temos então quatro entradas para oferecer, e ganhá-las é facílimo, só têm que ser rápidos. Basta enviarem-nos um e-mail para o endereço geral@loudmagazine.net com o assunto “QUERO IR VER A JARBOE!!!”, o vosso nome completo e número de BI/CC, e os quatro primeiros terão uma entrada individual, inteiramente grátis. Os vencedores serão obviamente avisados atempadamente.

Toca a participar!

Ao vivo em Braga! – Tributo a Mão Morta

Mr Mojo (foto: Emanuel Ferreira)

TRIBUTO A MÃO MORTA
17.10.04 – GeNeRation, Braga
Com vários anos de existência, cruzando a cidade, a Braga Music Week dedicou-se, nesta edição, a celebrar os vinte anos de «Mutantes S.21» dos Mão Morta, álbum que também foi alvo de recordação no primeiro Quadro de Honra alguma vez publicado na LOUD!. O ponto alto das festividades deu-se com este concerto tributo, em que vários grupos locais se reuniram para tocar versões do colectivo bracarense. A premissa passou por ocupar rotativamente diferentes espaços do edifício do GNRation, onde, de cada vez, actuariam dois projectos reunidos num só e apenas fazendo versões dos Mão Morta. As hostilidades começaram mornas com The Missing Link e Quadra a assaltarem «Shambalah (O Reino Da Luz)», «Velocidade Escaldante» e «Paris (Amour A Mort)», enquanto numa pequena sala, a muito boa versão de «Anarquista Duval», após «Vamos Fugir», chegou pela dupla formada entre os stoners Mr. Mojo e Projéctil. As primeiras surpresas da noite surgiram na electrónica pesada de NO!ON e Nyx Kaos a lançar-se às excelentes «Barcelona (Encontrei-a Na Plaza Real)» e «Oub’Lá», bem como uma menos conseguida «Berlim (Morreu A Nove)». Brilhante a injecção punk introduzida por Pé Roto e Without Face, em formações separadas, com os últimos a terem a presença do vocalista de Vai-te Foder em «Lisboa (Por Entre As Sombras E O Lixo)», antecedidas por «Quero Morder-te As Mãos» e «As Tetas da Alienação». No pátio, Hunted Scriptum e Milf abordaram  «Cão Da Morte» e «Amesterdão (Have Big Fun)» em versões menores. Seguiu-se a dupla da noite, na Black Box, uma mistura de Ermo e Leviatã com excelentes versões de «Istambul (Um Grito)» e «Aum». Com Ângela Polícia, «Tu Disseste», e Bed Legs, «Em Directo (Para A Televisão)», tudo esfriou um pouco, sendo tarde demais para que os Smix Smox Smux em conjunto com Maquina Del Amor tivessem energia suficiente para reanimar as hostes através das versões de «Budapeste (Sempre A Rock & Rollar)»,  «E Se Depois» e «Marraquexe (Pç. Das Moscas Mortas)». Mesmo assim, a noite valeu pelo cerne do cartaz! [E.F.]

Ermo (foto: Emanuel Ferreira)

OMNIUM GATHERUM: vai aos concertos de Lisboa e Porto à borla, com a LOUD!

Os finlandeses OMNIUM GATHERUM, que editaram «Grey Heavens» em 2016, visitam-nos já nos próximos dia 2 e 3 de Novembro, no Porto (Hard Club) e Lisboa (RCA), respectivamente, duas datas em que tocarão com os Skálmöld e com os Stam1na. A LOUD! não quer que ninguém fique de fora, e como tal, temos cinco entradas para oferecer a quem quiser ir de borla a este evento de peso. Ganham um convite individual os mais rápidos a enviar um e-mail para o endereço geral@loudmagazine.net com o assunto “QUERO IR VER OS OMNIUM GATHERUM!!!”, acompanhado do vosso nome completo, número de BI/CC e preferência de data (Lisboa ou Porto). Toca a participar!

PASSATEMPO ENCERRADO

Vencedores:

Diogo Rodrigues Frutuoso, Bruno Rafael dos Santos Chaves, Hélder Moura Silva, Francisco de Lagos Roque Pessanha Gomes, Bruno Aurélio Lucas Pereira Lopes.

Ao vivo em Dublin! – W.A.S.P. e Belphegor

O “nosso” multifacetado escriba e fotógrafo Jorge Botas não pára, e nas últimas semanas esteve em Dublin, de onde nos reportou acerca de dois belos concertos. Duas grandes bandas, cada uma no seu estilo particular, que já temos saudades de rever em Portugal – os W.A.S.P. e os Belphegor. Aqui fica o resumo de cada evento:

 

W.A.S.P. (foto: Jorge Botas)

 

W.A.S.P. + THE CRUEL KNIVES
17.10.19 – The Academy, Dublin, Irlanda
Foi num fim de tarde de chuva, que a cidade de Dublin recebeu uma paragem da digressão «Re-Idolized: The 25th Anniversary Of The Crimson Idol». Em ano de 25º aniversário de um dos álbuns mais emblemáticos da banda de Blackie Lawless, prometeram tocar o disco de principio ao fim acompanhado pelo filme, numa versão que será editada em 2018. E foi o filme que acabou por ser o ponto central da actuação, numa experiência à qual não estamos muito habituados. O filme passa nos ecrãs, enquanto a banda, pouco iluminada diga-se, vai tocando de forma precisa os temas que compõem o disco. Para esta digressão, os W.A.S.P. requisitaram os serviços do baterista Aquilles Priester, que esteve à altura do desafio, sobre o olhar sempre atento de Blackie Lawless. Mike Duda e Doug Blair desempenharam o papel, bastante importante, que já têm há alguns anos na banda, principalmente o baixista, muitas vezes a cantar as partes de Lawless de forma exímia. Um dos temas mais bem recebidos pelos fãs que esgotaram a sala foi «Chainsaw Charlie». Ao vivo, «Hold To My Heart» e «The Great Misconceptions Of Me» ainda arrepiam mais que na versão original. Para o encore, e já com as luzes ligadas, «The Real Me», «L.O.V.E. Machine», e a fechar, «I Wanna Be Somebody». A banda ainda tocou «Golgotha», apesar de as vozes gravadas se terem sobreposto ao que estava a ser “cantado” ao vivo… Na primeira parte estiveram os The Cruel Knives, que tiveram em Mike Duda um fã especial – ao lado dos fotógrafos, durante a actuação da banda, afirmou: “Estes miúdos são bons![J.B.]

 

Belphegor (foto: Jorge Botas)

 

BELPHEGOR + ENTHRONED + NERVO CHAOS
17.10.13 – Voodoo Lounge, Dublin, Irlanda
A capital irlandesa recebeu a passagem da digressão dos austríacos Belphegor, que andam na estrada a promover o mais recente disco de originais, «Totenritual». O único azar, nesta sexta-feira 13, foi só mesmo a notícia que os Deströyer666 tinham abandonado a digressão uns dias antes por questões profissionais, mas mesmo assim o entusiasmo para receber os cabeças-de-cartaz sentia-se ainda antes das portas abrirem. Os brasileiros Nervo Chaos foram os primeiros a subir ao palco e contaram com alguns conterrâneos na plateia que tornaram a sua performance bastante mais animada. Já com os belgas Enthroned em palco, o nível e a qualidade musical começaram a subir e o público a chegar-se à frente de palco com os primeiros circle pits da noite a terem lugar… e as primeiras idas ao chão também, ao som de temas como «Baal Al Maut», «Obsidium» e «Of Feathers And Flames». Os 40 minutos que a banda esteve em palco acabaram por saber a pouco e com a ausência dos Deströyer666, não teria sido má ideia terem tivessem tocado mais uns minutos. A aposta na imagem dos Belphegor é bastante evidente, aparecendo em palco com ossos, caveiras, cruzes intervertidas e sangue. O som que sai das colunas é quase perfeito e os fãs entregaram-se de corpo e alma ao ritual dos austríacos, que focaram parte do concerto no mais recente trabalho de estúdio, com destaque para «Devil’s Son», «Totenkult – Exegesis Of Deterioration» ou «Baphomet». Já totalmente possuídos, os fãs foram brindados ainda com «Diaboli Virtus In Lumbar Est» a encerrar uma noite que provou, mais uma vez, que os Belphegor são uma das melhores bandas de death/black metal da actualidade em palco. [J.B.]

HOODED MENACE – tema de avanço do disco novo para ouvir em exclusivo!

Os finlandeses HOODED MENACE, liderados pelo grande Lasse Pyykkö, são uma das mais importantes bandas do death/doom da actualidade, e por isso é bom vê-los de volta aos discos, com o vindouro «Ossuarium Silhouettes Unhallowed», o seu quinto longa-duração, a ser editado dia 25 de Janeiro via Season Of Mist. Ainda falta algum tempo, mas os leitores da LOUD! já podem começar a mergulhar nesta peça de escuridão, através deste tema de avanço, intitulado «Charnel Reflections». Não sendo adepto de revelar as suas inspirações cinematográficas por trás dos temas, Pyykkö lá acedeu desta vez, por se tratar de quase-Halloween, revelando que foi «Demons Of The Mind», de 1972, a grande inspiração para este tema. “O filme é só um ponto de partida,” explica no entanto. “O tema lírico subjacente é a loucura. Gosto particularmente como a música flui de um ambiente para outro, de forma suave e determinada – é calma e também selvagem -, o que reflecte bem a letra. Este tema é o meu novo favorito de todo o catálogo dos Hooded Menace.

A conferir, aqui em baixo!

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ALTARAGE – «Endinghent» para ouvir na íntegra, em exclusivo!

Os ALTARAGE dizem que são espanhóis, mas cá para nós até podem ser de Saturno. Robes vestidos, vestes tapadas, assim que ligam os instrumentos o que brota cá para fora é uma barulheira alienígena que mete medo. Foi assim da primeira vez que tocaram ao vivo, no “nosso” Amplifest de 2016, e assim continua, agora com um brutal álbum novo chamado «Endinghent» para o provar. A LOUD! não quer ficar sozinha com esta negritude toda, e portanto vamos partilhar convosco o disco inteiro, para ver se esta maldade toda se dissipa um bocado. Vá, pratiquem o bem e ouçam isto muitas vezes, e digam-nos as vossas reacções nos comentários!

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SHINING – primeiro tema de «X – Varg Utan Flock» em exclusivo!

É altura de começar a tremer, porque os SHINING estão de volta! Esses mesmo, os suecos liderados por aquele indivíduo de ar meio instável, digamos assim, o Niklas Kvarforth. Os primeiros dias de Janeiro de 2018 serão logo atormentados por «X – Varg Utan Flock», o novo e décimo disco longa-duração da perigosa banda nórdica. É verdade, ainda falta um bocado, mas para nos começarmos a habituar, oferecemo-vos hoje o primeiro gostinho do que poderão esperar.

O tema chama-se «Jag Är Din Fiende», que se traduz para “Eu Sou Teu Inimigo” (continua um porreiraço, o Niklas), e para além de figurar no álbum vindouro, ainda será o lado A de um 10″ chamado «Fiende», a ser editado no dia 24 de Novembro próximo. O lado B terá uma versão de «No Rest For The Wicked» dos The Coffinshakers.

Kvarforth afirmou recentemente que este tema “incorpora tudo aquilo que os Shining representam,” e aponta para a “guerra” que aí vem, explicando que tanto o tema como todo o álbum são “uma infusão de maliciosidade de pesadelo, e de um ódio negro que não foi tão óbvio nos nossos álbuns anteriores.” Ora vejam lá se não é verdade:

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