FICHA TÉCNICA

José Miguel Rodrigues

Director

A venerar o poder do riff há mais de três décadas, começou a dar os primeiros passos no underground através do tape-trading e das fanzines, e durante anos aperfeiçoou a entretanto desaparecida arte do corta e cola. No final dos 90s começa a colaborar com o jornal BLITZ e, uns anos depois, marca presença na génese das revistas RIFF e LOUD!, onde se mantém até hoje como director. Acumula discos na esperança de, um dia, aparecer no programa «Hoarding: Buried Alive».

José Carlos Santos

Chefe de Redacção

Comprou o «Kings Of Metal» dos Manowar com onze anos e a vida mudou. Fez parte da redacção da Terrorizer onze anos e mudou-se para a Zero Tolerance em 2017. Entrou para a LOUD! em 2005, onde desempenha as funções de chefe de redacção. Diz que “gosto é dos Revenge”, mas depois derrete-se todo com uma melodiazinha açucarada daquelas que ficam no ouvido. Às vezes passa discos em sítios, e pede sinceras desculpas por todas as salas que já esvaziou.

STAFF

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Fotógrafa

Desde pequena brincava com câmeras fotográficas do avô, também fotógrafo, a fazer de detective nas suas inúmeras brincadeiras de criança. Quando recebeu a primeira câmera própria, ainda na pré-adolescência, nunca mais parou. Iniciou anos mais tarde a fotografia de palco e tour pela mão do hardcore, sítio no qual se sente até hoje em casa. Contrariamente ao seu aspecto frágil e franzino, é bicho de encontrão e mochada, tendo nascido daí o alter-ego “Catarina NO pit”, por estar habituada aos dives, molhada e ausência de protecção para fotógrafos: sempre no meio da acção, com objectivas à prova de bomba atómica.

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Jornalista

Fervoroso fã de King Diamond (daí ter uma filha Melissa e uma gata Miriam), anda nestas lides desde 1990, tendo começado com a fanzine Juízo Final um percurso marcado pelo programa de rádio Caminhos Metálicos, por colaborações com revistas como a Riff, a Ritual ou a Dynamite, e por pertencer à equipa fundadora da LOUD!. Costuma dizer que já fez de tudo na música excepto estar em cima de um palco a tocar com uma banda, e mantém-se orgulhosamente imune à maioria das tendências musicais. Em 2017 recuperou o Caminhos Metálicos, agora na sua versão 2.0.

Estefânia Silva

Fotógrafa / Web Design

Straight edge não militante. Achou que percebia o suficiente de música para mandar uns bitaites aqui e ali. Deixou-se disso e tornou-se fotógrafa. Começou a ouvir música extrema aos catorze anos através dos HIM, dez anos depois partia o nariz num concerto dos Black Panda. Considera que black metal é Hellhammer e que o punk tem de ser confrontacional. Apesar do apreço pelo lado mais javardo da música extrema (que tenta transmitir no seu trabalho enquanto fotógrafa, muitas vezes com recurso ao analógico), não é raro encontrá-la na primeira fila de concertos de jazz, world music e até indie-pop. “Sem merdas”, defenderá o «Battalions Of Fear» até à morte.

Emanuel Ferreira

Fotógrafo / Jornalista

Nascido após Lemmy Kilmister, viciou-se em rádio com o saudoso Lança-Chamas a tocar o «Ace Of Spades», o que inspirou a arriscar o seu próprio programa, Filhos do Metal, em 1986. Depois de aprender a juntar letras, criou a fanzine Napalm, ainda nos anos 80. Atravessou a década de 90 como co-piloto do programa S.O.S. e foi colaborador da Mondo Bizarre. Desde 1998 que é o irresponsável por duas horas de ruído na Rádio Universitária do Minho, com o programa Blast!. Antigo colaborador da RIFF e integrando a equipa fundadora da LOUD!, colaborou com a Metal Imperium e mantém o seu blogue (des)actualizado na Fenther.net. Numa realidade paralela desejava ensinar física ou química.

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Designer

O JP cresceu em Alvalade e fez-se homem na linha de Sintra. António Sérgio, Luís Filipe Barros e Zica foram mestres. Aos quinze anos era o manager dos Disaffected e fazia concertos em salas insuspeitas na esperança de não ruírem. Antes ainda, as primeiras zines, incontáveis, o Entulho Informativo – Underworld. impresso em offset a partir de 1994, promovido a fodine no início dos 2000s, vindo a ter CD e mantendo-se grátis. Criou outras publicações de índole contra-cultural. Terrorismo informativo em várias frentes. Foi distribuidor de aspirinas aos convivas que se desgraçavam ao primeiro dia de WOA. Produz edições (vinil, fita, digital) para outros e para a sua Half Beast. Recupera e restaura livros ancestrais. É metálico e marginal da sociedade. Acredita já não ter a cabeça a prémio.

Jorge Botas

Fotógrafo / Jornalista

Trabalha na LOUD! desde o seu início. Passa a vida agastado com outras pessoas e prefere a companhia de animais de estimação, de preferência felinos. Cresceu a ouvir Queen e passou para o lado pesado da música graças a Def Leppard, Ozzy Osbourne, Black Sabbath, Judas Priest, W.A.S.P. e Iron Maiden. Adora todo o glam rock/metal dos anos 80. Há oito anos que tem o seu próprio programa de música – o Metal Global – em exclusivo na RTP Play. É também grande fã de wrestling e faz comentários da WWE na Sport TV. Adora fotografar gajos e gajas de cabelo comprido, de preferência em cima de um palco.

Screenshot_2018-07-04 Zé Almeida Ribeiro

Jornalista

Tinha oito anos quando lhe ofereceram o primeiro walkman com uma cassete do «Kill Em’ All». Quatro anos depois, realizou o negócio de uma vida: trocou o «Vitalogy», dos Pearl Jam, pelo «Vulgar Display Of Power», dos Pantera. A partir daí, foi sempre a descer… até ao underground. Tornou-se leitor assíduo da Terrorizer e, depois, da LOUD!. Em 2004 fez a primeira tentativa de passar a colaborar com a revista, mas num embriagado teste de fogo perante o director, não reconheceu Filii Nigrantium Infernalium como música de fundo num intervalo entre concertos e foi, logicamente, rejeitado. Muitos riffs mais tarde, e já depois de ter colaborado com a Ancient Ceremonies, passa a assinar a rubrica Magma (num suplemento do Correio da Manhã) e é desse palco, entre fotos do rabo da Kim Kardashian e “notícias” sobre concorrentes de reality shows manhosos, que é finalmente convidado a juntar-se à equipa, primeiro com o pseudónimo Miguel Cravo, e, numa segunda encarnação (a actual), como José Almeida Ribeiro.

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Jornalista

Nasceu tarde demais para o tape-trading e começou a ouvir metal antes da explosão da partilha online. Nesse período transitório, e depois de uns anos a ouvir grunge e nu-metal, entregaram-lhe um CD-R onde, para além de uma enorme quantidade de thrash do qual não se lembra, se encontravam o «Epicus Doomicus Metallicus» e o «La Masquerade Infernale», dois discos que ajudam a explicar muito do que escreve hoje em dia. Físico teórico de formação, considera que bandas como Alkerdeel, Bone Awl, Circle Of Ouroborus, Paysage d’Hiver, The Ruins Of Beverast, ou Uškumgallu fazem do black metal um dos mais interessantes meios de inovação na música extrema actual. Já a popularidade de bandas como Deafheaven e Watain tem exactamente a mesma explicação.

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Jornalista

Abraçou o underground no final dos anos 80, arruinando com o punk qualquer hipótese de ter uma vida normal. No início dos anos 90 começa a saga das bandas, tendo passado por dezenas delas como Albert Fish, M.A.D., Crise Total, Clockwork Boys ou Facção Opposta. Ainda em meados dos 90s, influenciado pelo DIY, criou a fanzine Fightback. Continua a colaborar noutras publicações e passa pela equipa do Underworld – Entulho Informativo. Por entre os treinos do Krav Maga teve ainda tempo para ser um dos co-autores do livro Portugal Eléctrico (Groovie Records, 2013). Como o dia tem 25 horas resta ainda tempo para gerir duas editoras, a Zerowork Records e a Combate Brutal.

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Fotógrafa / Jornalista

Desde o primeiro piscar de olhos que se lembra de ouvir, e cantarolar, a «Dirty Deeds Done Dirt Cheap» com o pai. Cresceu a ouvir bandas que variavam entre AC/DC, Motörhead e Judas Priest, passando por uma obsessão saudável por Mike Oldfield – o «Screaming For Vengeance» e o «Platinium» são concorrentes a álbuns mais ouvidos até hoje. Aos treze anos pegou na guitarra, mas anos mais tarde concluiu que não era para ela. Soprou o pó à câmera dos pais e desde aí não mais parou, juntando a caneta à bagagem pelo caminho.

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Jornalista

Descobriu-se rocker quando ouviu a «Jump» pela primeira vez, mas foi ao comprar o «Powerslave» (pela capa!) de uns tais Iron Maiden que a vida mudou. Fez a fanzine Warning!, o programa de rádio Pesos Pesados e até cantou nos Faunnus (por vezes quase em simultâneo, nos early 90s), até que, em Abril de 2000, aportou nas duas ocupações que se mantêm até hoje: a nossa/vossa LOUD!, tendo sido chefe de redacção, e a TSF onde é animador (isso, o antigo locutor). Ocasional DJ, adora gatinhos, corre pela natureza uns 2.500 kms por ano e ouve tudo o que não o aborreça, desde Journey a Wormrot.

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Fotógrafo

Nascido no ano da revolução dos cravos, desde tenra idade que a música fez parte do seu mundo, inicialmente como ouvinte e mais tarde como executante. A fotografia é outra forma de expressão artistica pela qual desenvolveu o gosto. Tirou um curso profissional de fotografia de três anos no IPF do Porto e regressou a Lisboa para estagiar no Diário de Notícias, altura em que decidiu concentrar-se somente na fotografia de espectáculo. Actualmente trabalha numa loja de discos, colecciona música pesada portuguesa, toca bateria em três bandas, abriu uma pequena editora juntamente com um amigo e presenteia-vos regularmente com fotografias nas páginas da LOUD!.

Pedro
Silva

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Ilustrador

Convencido que é a alma renascida de Phil Lynott, Pedro cresceu para a arte. Desenvolveu o gosto, e convém também falar na aptidão, pela ilustração ainda em tenra idade. A curiosidade e vontade de criar era tão natural que o fez desenvolver originais e criar cópias de famosas bandas desenhadas para assim alimentar o vício e consumo dos seus colegas de turma. Talento que vingou e o levou a ser convidado a ilustrar alguns dos maiores jornais nacionais, como foi o caso do Jornal de Notícias e Primeiro de Janeiro, ainda antes de frequentar as Belas Artes do Porto. Participou em exposições em nome próprio e colectivas pelas cidades do Porto, Lisboa, Barcelona, Londres, Dublin e Mississippi. A sua mão direita é a arma de guerra e ao lado dos seus colegas, veste a camisola da LOUD! onde junta duas eternas paixões: a música e a ilustração. Colaboração que teve estreia após o convite para criar a capa em homenagem aos Led Zeppelin, mas logo este curto romance desenvolveu e desencadeou nas capas com os Iron Maiden e o mítico Lemmy. Actualmente, é o responsável pelas ilustrações que acompanham as rubricas do disco do mês e de LOUD! Classics.

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Jornalista

Dos mais recentes recrutas, provavelmente porque a redacção precisava de um peluche ou um só Pedro Silva não chegava. Também responde por Rizzo, não necessariamente por ser sorridente ou rir alto, embora fale pouco italiano. Desde criança sempre ouviu imensos estilos, com eventuais explorações por música cada vez mais extrema incentivadas pelo punk rock da pré-adolescência, mas acredita que foi graças à aprendizagem possível através da compilação «Contaminated 3.0» da Relapse Records, pelo início dos anos 2000, que veio mais tarde a pegar nessas influências para ralhar em palco com os Utopium.

Pedro Roque

Fotógrafo

O “fotógrafo punk” foi uma adição mais do que óbvia à família da LOUD!. Multifacetado como poucos, já tirava fotos enquanto fazia crowdsurf e mandava gritos nos M.O.T.Ü. quando o conhecemos. Desde então, não só brinda regularmente as nossas páginas com o seu estilo fotográfico único, como também já assinou alguns artigos e ainda passa discos connosco em vários eventos. Continua ainda um gritador de excepção tendo passado pelos Besta, e actualmente… diz que faz qualquer coisa numa banda qualquer por aí, mas ninguém confirma nem desmente.

L!

Jornalista

O grunge foi a porta de entrada para um admirável mundo novo que teve no metal europeu dos anos 90 o seu prolongamento natural. Desde então que as barreiras não existem face à música que escolhe ouvir, e o ecletismo é palavra de ordem. Num momento vibra com Alice in chains para no seguinte deixar envolver-se por Tiamat, encantar-se por Dead Can Dance ou hipnotizar-se com Swans. Sem talento e dinheiro para instrumentos, a escrita foi a forma escolhida de ter um papel activo na música que o movia. Primeiro as fanzines em papel, depois os blogues, sites, ligações à Riff, Massacre e finalmente à LOUD!, relação que dura desde 2006 sem amuos, traições ou ameaças de divórcio.

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Jornalista

A LOUD! teve a sorte de conseguir “contratar” o Amorim em 2011, alguns anos depois do fim do saudoso Underworld – Entulho Informativo, do qual foi editor por largo período. Não só um estudioso dos grandes nomes da era dourada do rock – como atestam os vários LOUD! Classics que já assinou – como também do underground nacional, tendo sido dos principais impulsionadores do nosso livro «Quadro de Honra», e é ainda o nosso especialista residente em assuntos Melvinianos. Em 2017, foi convidado pelos Moonspell para ser o autor da biografia oficial da banda, «Lobos Que Foram Homens», que foi editada no ano seguinte com grande sucesso.

ONLINE

RRRick

O Irreverendo!

Autêntico velho do restelo e disso orgulhoso, dinossauro fossilizado na era metalozóica em que o metal era metal, acolhe com um encolher de ombros os críticos da sua perspectiva inflexível e ultrametálica, nesta época de sensibilidades à flor da pele. Começou a ouvir heavy metal nos seus longínquos catorze anos, quando entrou numa loja de discos, viu a capa do «Live After Death» e o levou para casa. Colaborou em fanzines nos anos 80 e 90, toca em bandas e vai a concertos. Vai morrer metálico. Quando morrer quer ser cromado.

jk

Rei do d-beat

Auto-proclamado rei do d-beat.

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Jornalista correspondente no Brasil

Apaixonado por rock e metal desde os dez anos de idade, quando ouviu Iron Maiden e Nirvana pela primeira vez, Luiz é jornalista formado e também se arrisca como guitarrista nas horas vagas. Directamente de São Paulo, colabora com a Vice Brasil e com o CVLT Nation desde 2014, além de ter lançado os livros «Nós Somos a Tempestade – Conversas Sobre o Metal Alternativo dos EUA» e «Nós Somos a Tempestade, Vol 2 – Conversas Sobre o Metal Alternativo pelo Mundo», ambos pela Edições Ideal.