Ricardo Agostinho

Ricardo Agostinho

O grunge foi a porta de entrada para um admirável mundo novo que teve no metal europeu dos anos 90 o seu prolongamento natural. Desde então que as barreiras não existem face à música que escolhe ouvir, e o ecletismo é palavra de ordem. Num momento vibra com Alice in chains para no seguinte deixar envolver-se por Tiamat, encantar-se por Dead Can Dance ou hipnotizar-se com Swans. Sem talento e dinheiro para instrumentos, a escrita foi a forma escolhida de ter um papel activo na música que o movia. Primeiro as fanzines em papel, depois os blogues, sites, ligações à Riff, Massacre e finalmente à LOUD!, relação que dura desde 2006 sem amuos, traições ou ameaças de divórcio.

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