Terça-feira, Setembro 20, 2022
PANTERA: O «Cowboys From Hell», revisitado

Há trinta e dois anos, um álbum mudou para sempre o futuro do heavy metal como o conhecíamos até então. Um disco em que se abandonaram velhos estigmas, em que se adoptou uma nova linguagem musical e que, para muitos, funcionou como uma réstia de esperança renovada para o futuro da música pesada. Com o «Cowboys From Hell», os PANTERA encetaram uma das mais brilhantes segundas fases de carreira de que há memória. Enterrando anos de futilidade hair metal, o quarteto formado por Phil Anselmo, “Dimebag” Darrell Abbott, Vinnie Paul e Rex Brown tornou-se um dos mais importantes embaixadores do...

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MINISTRY: «Psalm 69», um manifesto de caos, decadência e depravação

Por esta altura, a maioria dos nossos leitores está familiarizada com o início dos MINISTRY, mas para aqueles que não conhecem a história, Al Jourgensen começou por explorar uma sonoridade pop dominada por sintetizadores quando deu os primeiros passos com o seu principal veículo de criação musical. À medida que a década de 80 avançava e a tensão social aumentava, tanto nos Estados Unidos como no resto do mundo, a sua música começou a tornar-se cada vez mais pesada e abrasiva. Esta relação simbiótica chegou ao fim com a transição dos anos Reagan para o reinado de George Bush, dando...

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LAMB OF GOD:  Ao vivo no Hellfest [vídeo]

Randy Blythe não tinha quaisquer motivos para pensar que algo estivesse errado quando o avião em que ele e os seus companheiros dos LAMB OF GOD aterraram no aeroporto Ruzyně em Praga, na República Checa, a 27 de Junho de 2012. Três dias antes, tinham actuado no festival Gods of Metal em Fiero Milano, Itália, e estavam entusiasmados por regressar a Praga pela primeira vez desde 24 de Maio de 2010. No entanto, quando os músicos desembarcaram e entraram no aeroporto, foram rapidamente cercados por polícias armados com metralhadoras que os mandaram deitar-se no chão. Depois de terem identificado Blythe,...

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MANOWAR: Joey DeMaio visita V. N. de Famalicão para a gravação de um documentário

O verniz estalou a meio da semana passada, com o BARCELONA ROCK FEST a revelar estar a passar por dificuldades ao ultimar pormenores com os músicos nova-iorquinos e a lançar um comunicado em que referia “ser complexa” a situação com os MANOWAR. A organização do evento explicava estar há várias semanas a tentar assegurar o cumprimento de obrigações por ambas as partes e referia também a necessidade de assegurar tudo, de forma a não haver “pedidos de última hora”, reforçando que o grupo liderado por Joey DeMaio tinha feito exigências que estavam “a consumir muito do tempo” da organização. Do...

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DEFTONES: «White Pony», 21 ANOS DEPOIS

Hoje em dia, os DEFTONES já nem sequer precisavam de lançar mais qualquer álbum para termos a garantia que vão ficar para sempre na história da música. Ao longo das décadas, o grupo californiano hoje composto por Chino Moreno, Stephen Carpenter, Abe Cunningham, Frank Delgado e Dominic Garcia construiu um fundo de catálogo de excepção, pontuado por diversos títulos incontornáveis para quem gosta de música pesada, mas também sonhadora e sensual. Vai daí, aproveitámos este momento de ânsia para celebrar – preparem-se psicologicamente – a edição do seu clássico terceiro registo de longa-duração, «White Pony», que por esta altura já ultrapassou o marco...

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«Untouchables», o ‘magnum opus’ dos KOЯN

11 de Junho de 2002. Após uma pausa de três anos que incluiu projectos a solo e trabalhos para bandas sonoras, o ressurgimento dos KOЯN no Verão de 2002 foi recebido com grande antecipação. Quiçá ciente disso mesmo, o que a banda entregou aos fãs foi o «Untouchables», um álbum que, pela primeira vez, mostrou os músicos liderados pelo enigmático Jonathan Davis a expandirem o som que os tornou famosos enquanto enfatizava, simultaneamente, as suas características mais fortes. "É o meu disco favorito de todos os que fizemos", disse o vocalista e líder do grupo numa entrevista ao The Independent...

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TYPE O NEGATIVE: «Slow, Deep And Hard», som de alta (in)fidelidade

Estávamos no final dos 80s e, depois de terem lançado dois álbuns de competente crossover, os CARNIVORE tinham desmoronado, deixando o seu vocalista, baixista e mentor, Peter Ratajczyk (mais conhecido como Peter Steele), legalmente ligado à Roadrunner Records por um contrato e sem banda para o cumprir. Num dos seus muitos golpes de génio, o músico nova-iorquino decidiu recrutar um par de velhos amigos e algumas caras novas, criando rapidamente os REPULSION. Esse primeiro nome acabaria por ser abandonado pouco tempo depois para que não fossem confundidos com os pioneiros do grind e os quatro músicos adoptaram então a designação...

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IRON MAIDEN: «Fear Of The Dark» [1992], o som de uma banda a desmoronar

É verdade que os anos 90 acabaram por representar uma mudança tão grande para as bandas grandes dos anos 80 como para as dos 70s no salto para os 80s, mas ninguém podia imaginar que até os GIGANTES DO HEAVY METAL fossem tão afectados. Se o «No Prayer For The Dying» já nos tinha mostrado uma mudança bastante significativa no estilo da banda, com Harris e companhia a afastarem-se da música com sabor a fantasia que os tinha tornado populares, o «Fear Of The Dark» acabou por provar que ainda não sabiam bem para onde ir. Para começar temos logo...

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Este ano vou a Barroselas ver… (Vol. II – EF)

“Os Veigas falaram contigo dessa iniciativa?”, alerta o sacrossanto JCS, num apelo para um texto ou numa vingança por ter deste lado aquela velha tape da banda que ele idolatra. Não, não falaram, mas também os irmãos nunca pedem o céu e o Inferno. Pelo menos, ao mesmo tempo. A premissa é escolher duas bandas estrangeiras e outras tantas nacionais que procure ver neste SWR FEAST, cartaz reduzido em tempo de crise. Por sinal, um cartaz que irá obrigar permanecer do princípio ao fim, quando o costume é escapar a meio da noite, poupar os ouvidos ao horrível karaoke do...

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Este ano vou a Barroselas ver… (Vol. I – JCS)

Poder-se-á especular que a tarefa da escolha de alvos preferenciais para a jornada Barroseliana de 2022 está ligeiramente facilitada em relação ao habitual pelo cartaz menos numeroso que este SWR Feast de transição oferece, mas tal é a qualidade condensada na menor quantidade que, no meu caso pessoal, no que diz respeito ao par de abertura da minha lista, podia ser um festival de oito dias com 300 bandas a actuar, que dificilmente a minha escolha seria diferente. Sendo assim, Este ano vou a Barroselas ver... AUTOPSYSe o SWR Feast consistisse só do concerto dos norte-americanos, cobriria os cerca de...

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