Sábado, Outubro 23, 2021

NÚMERO ACTUAL

– Foi tão boa a conversa com os At The Gates no mês passado, não foi? Nós também gostámos, de tal maneira que ainda não largámos o icónico Tomas “Tompa” Lindberg. Desta vez, como complemento à conversa da LOUD! #244, pedimos-lhe um comentário a toda a discografia da banda, e também algumas recomendações literárias. Vale a pena.
 
Isto tudo, e mal esgravatámos a superfície. Desde o prog musculado dos Between The Buried And Me ao experimentalismo arrepiante de King Woman, há muitos outros artigos capazes de prender toda a vossa atenção – incluindo uma entrevista com os nacionais Pledge, o maior destaque em termos de produção portuguesa nesta edição.
 
Mais entrevistas, reviews, rubricas habituais e tudo o resto a que já estão habituados todos os meses, está tudo à vossa espera, já nas banc<as!
 
Para além dos pontos de venda em todo o país, podem adquirir a LOUD! da seguinte forma:
 

 

Mais do que grunge, ou qualquer outro género mais restrito onde se tenha convencionado encaixar o homem, Jerry Cantrell assume-se hoje, ao fim de mais de 35 anos de carreira, como uma figura maior do rock. Só assim, sem mais epítetos nem limitadores. Dono de um estilo absolutamente único de execução e composição, com o seu legado perfeitamente assegurado pelo que já fez (e fará ainda, esperemos!) aos comandos dos míticos Alice in Chains, e com uma carreira a solo que, ainda que relativamente esporádica, se tem revelado como de enorme categoria – enriquecida agora com o novo «Brighten» -, o guitarrista mantém-se apesar da sua história tão relevante e tão activo como sempre. Na LOUD! de Outubro, que está nas bancas a partir de hoje, mês em que editar o referido «Brighten», o Sr. Cantrell abriu a sua alma à nossa/vossa revista, revelando vários pormenores extraordinários sobre a forma como encara a composição, alguns dos seus hábitos e métodos, vários períodos da sua vida artística, e muito mais para além disso. Uma conversa imperdível, que por si só justificaria este número #247 muito especial.
 
Mas mesmo assim, achámos que continuava a valer a pena encher o resto das páginas com muitos outros motivos de interesse, imaginem só. Por exemplo:
 
Cradle of Filth! É verdade, se há alguém que poderá rivalizar em longevidade, importância e influência com a nossa estrela da capa, serão os britânicos, cuja já longa carreira conhece agora uma adição importante, sob a forma do temível novo álbum, «Existence Is Futile», mote para uma conversa tão filosófica quanto descontraída com o líder Dani Filth.
 
Full of Hell! Os “miúdos” que têm vindo a abanar as fundações do grind nos últimos anos estão crescidos que se farta, e o novo álbum «Garden Of Burning Apparitions» é uma besta imparável que só mesmo eles seriam capazes de fazer. O Dylan Walker foi o nosso guia de serviço para começarmos a tentar digerir mais um volume de um caminho que parece imparável.
 
Gus G! Mais um guitarrista que tem marcado uma era, tanto pelas bandas onde participa como pela sua carreira a solo. Agora armado com um álbum instrumental, o primeiro da sua carreira, o virtuoso músico grego também arranjou tempo para pôrmos a conversa em dia.
 
Criminal! Numa edição que é uma verdadeira sociedade das nações, também passámos pelo Chile, porque há novidades daquele que será um dos maiores nomes do metal local, senão mesmo o maior. Os thrashers liderados pelo simpático Anton Reisenegger (envolvido igualmente, como sabem, no super-grupo Lock Up (official), também com álbum novo aí a rebentar) têm no seu novo álbum uma espécie de regresso às raízes, ou seja, ao thrash furioso e de forte cariz sul-americano na base da sua composição, e foi precisamente desse facto que mais falámos com grande entusiasmo com o guitarrista.
 
Portrait! É raro o número da LOUD! que não nos leva à Suécia (e neste ainda temos os stoners explosivos Monolord e os adoradores de HM-2 Aeon a compor esse ramalhete geográfico), e os Portrait são um dos melhores exemplos de como aquele país nórdico soube abraçar completamente a essência do verdadeiro heavy metal.
 
– E mesmo com tudo isto, ainda nem vamos a meio do que seria uma descrição exaustiva dos conteúdos da LOUD! de Outubro. Dos Brainstorm aos Whitechapel, dos Lvcifyre aos Asking Alexandria, dos The Raven Age aos The Bots, e sempre com um olho na produção nacional (olá The Voyich Code e Existence:Void!) de valor, já para não falar em todas as rubricas habituais e as largas dezenas de reviews para que não vos passe nada ao lado nesta era de bombardeamento constante de discos novos, é todo um universo que cabe dentro destas 60 páginas. E para o mês que vem há mais!
 
Podem assinar (sempre com uma prendinha gratuita) a LOUD! ou adquirir esta e anteriores edições em: https://loudmagazine.bigcartel.com
E se já não têm espaço em casa para mais papel, a edição digital também está disponível em : https://loudmagazine.gumroad.com

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