Sexta-feira, Julho 1, 2022

Etiqueta: críticas

COME TO GRIEF: «When The World Dies» | Translation Loss, 2022 [review]

Daquela formação que tornou os Grief uma das bandas da linha da frente no que respeita ao sludge mais negro, durante aqueles loucos anos da década de 90 onde nada parecia fazer sentido e ninguém se importava com isso, já só restam o guitarrista Terry Savastano e o baterista Chuck Conlon. Savastano é precisamente quem tem procurado manter a chama acesa durante o período de maior turbulência que se seguiu à segunda encarnação, já muito tempo depois daquele período dourado entre 1993 e 2001, uma época onde cuspiram um manto ...

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UFOMAMMUT: «Fenice» | Neurot Recordings, 2022 [review]

Regresso há muito aguardado do power trio italiano conjurador de uma abordagem ao sludge infestada de um psicadelismo esgazeado, «Fenice» é um álbum que leva muito à letra a ideia de renascimento. Com um novo baterista na formação, Levre, o grupo liderado por Poia e Urlo pegou no imaginário da fénix para fazer dele o fio condutor de um trabalho que se questiona a si próprio, na mesma medida em que procura encontrar novos caminhos para a sonoridade de uma banda com uma reputação de peso demolidor nas atuações ao ...

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GGGOLDDD: «This Shame Should Not Be Mine» | Artoffact Records, 2022 [review]

Toda e qualquer forma de arte é discutível e, ao contrário do velho chavão, os gostos discutem-se. Se assim não fosse, castraríamos o direito e a liberdade de opinião a qual, concorde-se ou não, é apenas isso mesmo, uma opinião, não vinculativa, que vale o que vale. Sem o direito à opinião, textos como este limitar-se-iam a uma descrição de factos, despida daquele sentimento tão visceral quanto natural que nos faz dizer que gosto mais de uma coisa do que de outra. Nesse contexto, e na opinião deste que vos ...

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EMMA RUTH RUNDLE: «Orpheus Looking Back» EP | Sargent House, 2022 [review]

«Engine Of Hell», editado em 2021, foi, desde os primeiros acordes dados a conhecer, assumido como um disco fracturante em termos de receptividade, um ponto de viragem na carreira da norte-americana Emma Ruth Rundle. Marcou igualmente uma afirmação de identidade, um manifesto de coragem e de necessidade de sair da zona de conforto de uma carreira em plena ascensão, com «On Dark Horses», editado em 2018, disco que a colocaria num invejável e merecido patamar de reconhecimento transversal a vários públicos e géneros. Nesse cenário, estamos em crer que Emma ...

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